Restrições Alimentares
18 de janeiro de 2018

Como a escola pode acolher alunos com restrições alimentares?

Resultado das mudanças de hábitos alimentares, predisposição genética e mais precisão no diagnóstico, as alergias alimentares vêm progressivamente aumentando entre a população mundial. Não existe até o momento qualquer tratamento medicamentoso específico que garanta sua cura. Por isso, desde 2014 a lei 12.982 exige que as escolas oferecerem merenda especial para alunos com necessidades alimentares específicas.

Para ajudar gestores, nutricionistas e cozinheiros a atenderem a essa exigência, a Fundação Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) lançou o “Caderno de Referência – Alimentação Escolar para Estudantes com Necessidades Alimentares Especiais”. A publicação instrui as instituições sobre como lidar com todo o processo, desde como acolher esses alunos até recomendações específicas para doenças alimentares que aparecem com mais frequência nas redes brasileiras, passando pela melhor maneira de adquirir os alimentos.

Créditos: Istock

As alergias acometem de 6% a 8% das crianças com menos de três anos de idade.

  • O documento completo está disponível para download aqui.

Mas, afinal o que é alergia alimentar?

Seu conceito pode ser explicado como uma resposta anormal do organismo a uma proteína considerada “estranha”. Em outras palavras, o sistema imunológico da criança reconhece determinada proteína do alimento como um “inimigo” e desta forma produz anticorpos responsáveis pelos sintomas observados.

Cerca de 90% destas hipersensibilidades são causadas por um grupo de oito alimentos: leite de vaca, ovo, soja, trigo, amendoim, castanhas, peixes e frutos do mar. E, ao contrário do que se pode pensar, alimentos como o cacau (chocolate), a carne de porco e os corantes apresentam pouca relação com alergia.

Confira na íntegra em: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/nutricao-2/indicacao/como-escola-pode-acolher-alunos-com-restricoes-alimentares/